Você sabia que a maioria das doenças do coração não tem nada a ver com genética? É o que afirma o cardiologista Roberto Yano. Segundo ele, o estilo de vida é o principal vilão. Os cinco hábitos mais perigosos são: dormir poucas horas, comer muito ultraprocessado, ficar parado sem se exercitar, viver estressado e fumar.
O médico alerta que esses hábitos costumam andar juntos, aumentando o risco de hipertensão, colesterol alto e diabetes — problemas que podem ser fatais. O estresse crônico é um dos mais perigosos: quando o corpo fica em estado de alerta por muito tempo, a pressão sobe, o coração acelera e hormônios inflamatórios são liberados sem parar.
O pior é que muitas dessas doenças não dão sinal. Hipertensão e entupimento nas artérias podem ficar anos sem sintoma, sendo descobertos só depois de um infarto ou derrame.
A boa notícia é que não precisa mudar tudo de uma vez. Pequenas escolhas diárias já fazem diferença. E os exames de rotina são essenciais: quem não tem risco pode fazer uma avaliação por ano, mas quem tem histórico familiar ou outras condições precisa de acompanhamento mais frequente — a cada três ou seis meses.
Fonte: Metrópoles
Foto ilustraiva Canva IA



.png)


