A Inteligência Artificial já começou a transformar o som (e o tom) da informação, ao automatizar processos, ampliar a produção de conteúdo e reorganizar rotinas nas emissoras. Esse novo cenário e seus impactos para o presente e o futuro da radiodifusão são tema de uma reportagem especial publicada pela Revista Sintonize, que destaca como a tecnologia rompe barreiras históricas do meio, ao mesmo tempo em que reforça a importância da emoção, da credibilidade e da presença humana.
Um dos destaques da matéria é o fato da tecnologia já estar sendo aplicada na produção de conteúdo, na organização de processos e no apoio à gestão, ampliando a eficiência e abrindo novas possibilidades para o setor. Ao mesmo tempo em que ressalta um ponto central para o futuro da radiodifusão: o papel insubstituível do ser humano.
Especialistas e profissionais do setor reforçam que, embora a IA seja uma ferramenta poderosa, é a atuação humana que garante autenticidade, credibilidade e a conexão emocional que sempre caracterizou o rádio.
Para o presidente da Aerp (Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná), Rodrigo Martinez, o tema é extremamente relevante, e por isso vem sendo discutido globalmente. “Recentemente, a Unesco comemorou o Dia Mundial do Rádio, trazendo o uso da Inteligência Artificial pelo meio e as suas particularidades. Nós nos antecipamos à tendência e trouxemos o tema em nossa revista. Tivemos a participação de diversos especialistas no assunto, além de radiodifusores que já estão usando a IA no dia a dia da rádio”, exemplificou.
A reportagem apresenta ainda reflexões sobre o equilíbrio entre inovação e identidade, mostrando que o diferencial do meio segue sendo a pessoalidade, o vínculo com o público e a capacidade de comunicar com sensibilidade e responsabilidade.
Fonte/aerp.org.br
Foto/Canva IA






